Formação: 1) Medicina em 1986; Endocrinologia: Especialização em 2010.

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Consultório: Rua Itapeva, 518-CJ 1301-Bela Vista-São Paulo,SP - F: (11) 5043-6373; Whats: (11) 95090-5455. Atendimento: Obesidade, tireoide, diabetes, menopausa, andropausa, osteoporose, síndrome de ovários policísticos

segunda-feira, 28 de abril de 2025

 O que acontece quando se toma corticoides em doses altas?

Corticosteroides são anti-inflamatórios potentes. Exemplos: dexametasona, prednisona, prednisolona, hidrocortisona e os inalatórios: beclometasona, fluticasona e budesonida.

Que tem diabetes: essas medicações podem provocar uma descompensação da doença, porque interferem no metabolismo do açúcar, levando à hiperglicemia.

Os corticosteroides aumentam a produção e o armazenamento de açúcar no sangue pelo fígado. Há aumento na degradação de proteínas, formando mais glicose para o corpo.

Com o aumento de glicose no sangue, há mais insulina liberada pelo pâncreas.

Insulina aumentada: algumas células e músculos criam resistência à ela.

No diabetes tipo 2, por exemplo, a resistência periférica à ação da insulina e o aumento nos níveis de açúcar do sangue são os principais fatores relacionados ao surgimento do diabetes e ao desenvolvimento de complicações. Com o uso de corticoides há piora da diabetes.

Os glicocorticoides:

-  Alteram a produção de gordura no corpo, com aumento da formação de gordura abdominal e redução da gordura periférica.

- Agem diretamente no fígado: aumentam a produção de triglicérides e levam à deposição de gordura no fígado (esteatose).

- Aumentam a retenção de sal e água e interferem na resistência dos vasos sanguíneos, provocando aumento da pressão arterial.

- Estimulam a quebra das proteínas e enfraquecem os músculos,

- Estimulam a reabsorção do osso (osteoporose)

- Contribuem para o surgimento de catarata

O corpo produz o cortisol espontaneamente. 

Ao se tomar esses remédios em altas doses: desregulam a produção do cortisol.

É como se nosso corpo entendesse que, por estar recebendo glicocorticoides “de fora”, não precisa continuar produzindo por si mesmo.

Se a medicação for suspensa abruptamente, especialmente após o uso prolongado, pode ocorrer o que se chama de “insuficiência adrenal”, que é quando o corpo não recebe e nem produz mais esse hormônio vital.

 Os sintomas dessa síndrome podem iniciar com dor abdominal, pressão baixa, náusea, vômitos, falta de apetite, sonolência e perda de peso.

Sempre tomar esses glicocorticoides conforme prescrição médica.

 







quarta-feira, 12 de junho de 2024

 

                                  Adoçantes artificiais

Adoçantes são substâncias que conferem sabor doce aos alimentos.                                                                                                                                                             Edulcorantes são a matéria-prima dos adoçantes.

Edulcorantes podem ser classificados de acordo com sua origem:                                        1) natural ou artificial/sintético OU                                                                                          2) pela presença de calorias (calóricos ou não calóricos).

Os edulcorantes naturais são obtidos a partir de plantas ou de alimentos de origem animal,                                                                                                                                      Os edulcorantes artificiais/sintéticos são obtidos também de produtos naturais ou não, porém por meio de reações químicas.

Qual é a substância mais recomendada para substituir o açúcar quando for necessário?

Tanto os adoçantes naturais (xilitol, eritritol e stevia), quanto os artificiais (sucralose,

 aspartame, ciclamato de sódio). Todos são seguros para consumo dentro das

 quantidades recomendadas!                                                                                                     

Para quem não é diabético:

- Evitar líquidos e bebidas açucaradas

- Dar preferência ao sabor natural dos alimentos e

- Priorizar o consumo de alimentos in natura e minimamente processados.

Se diabético:

- o uso de adoçantes beneficia o controle glicêmico pós-prandial, ao contrário do

 açúcar simples/sacarose, especialmente em líquidos e bebidas em geral.

domingo, 7 de abril de 2024

Hormônios Bioidênticos

Hormônios Bioidênticos

 O QUE SÃO HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS OU HORMÔNIOS NATURAIS?

São substâncias hormonais que possuem exatamente a mesma estrutura química e molecular encontrada nos hormônios produzidos no corpo humano.

Esta nomenclatura está sendo utilizada, de modo impróprio, para hormônios manipulados, como se fossem novas opções de tratamento, mas esses hormônios bioidênticos são produzidos em indústrias farmacêuticas e estão disponíveis nas farmácias há muito tempo.

 Os hormônios são substâncias químicas naturais secretadas pelas glândulas do corpo e que controlam a maioria das funções e processos corporais, incluindo metabolismo, formação muscular, funções imunológicas e reprodução

Os hormônios bioidênticos são sintetizados a partir de fontes vegetais e suas moléculas são  idênticas aos dos hormônios produzidos no corpo humano. 

Na terapia hormonal natural, o processo envolve o uso de hormônios produzidos pelo homem, sintetizados a partir de extratos vegetais. 

Eles reagem com o corpo de maneira semelhante à maioria dos hormônios naturais, como estrogênio, testosterona e progesterona. 

Esses hormônios vêm em diversas formas, como comprimidos e injeções, e são 100% aprovados pela FDA.

Dra. Nise Aranovich - CRM-SP 55585
Endocrinologista
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quarta-feira, 3 de abril de 2024

Novo endereço

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domingo, 26 de novembro de 2023

Oftalmopatia de Graves

 Oftalmopatia de Graves

- doença autoimune que pode estar relacionada ao hipertireoidismo.

- há espessamento dos músculos oculares e acúmulo anormal de gordura na porção orbitária atrás dos olhos.



Órbita dos olhos:

- é uma caixa óssea que não se distende e isso provoca o deslocamento do globo ocular para fora.

- este deslocamento promove retração ou edema leve da pálpebra superior, levando à dor atrás dos olhos, lacrimejamento constante ou olhos secos.

- em casos mais graves apresenta: visão dupla, úlcera de córnea e grande rebaixamento da visão.

Diagnóstico

- exames: clínico, laboratorial e oftalmológico.

Tratamento:

- do Hipertireoidismo: para não haver o avanço da oftalmopatia.

- da Oftalmopatia, realizado conforme a intensidade:

. leve => antiinflamatórios e colírio

. moderada a grave => corticoterapia e radiação, se for necessária.

                               => se não houver resposta: anticorpo monoclonal                                      (porque é uma doença autoimune) ou cirurgia.                                                   

***Cada caso é um caso***.


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HIPERTIREOIDISMO

Hipertireoidismo

A tireoide é uma glândula em formato de borboleta que fica na região do pescoço e mede cerca de 5 centímetros.                                                                Seu funcionamento repercute em todo o organismo e interfere no ritmo dos órgãos.                                                                                                                    A liberação dos hormônios ocorre a partir de um comando da hipófise, estrutura localizada no cérebro.

O hormônio T3 é produzido em menor quantidade e atua de fato no metabolismo.

O T4, fabricado em maior volume, é menos potente e, durante seu trajeto pelo corpo, acaba transformado em T3 para agir nas células.

Com o aumento da quantidade de T3 e T4 na corrente sanguínea, o hipertireoidismo provoca uma aceleração de todo o organismo.                            O coração fica agitado e bate mais rápido, o que favorece episódios de taquicardia.


O excesso desses hormônios também mexe com o cérebro e promove quadros de ansiedade, insônia e nervosismo.                                                                      Esta doença desregula a digestão e causa intolerância ao calor.

Outra manifestação comum da doença é a exoftalmia, uma alteração nos músculos da parte de trás dos olhos.                                                                    Não se sabe ainda as causas do problema, mas água e proteínas começam a se acumular no local.                                                                                               Esse volume extra empurra o globo ocular para a frente: o olho fica saltado.

Com o metabolismo acelerado, quem sofre com a disfunção tem um consumo de energia elevado.                                                                                                  Para suprir essa constante demanda por combustível, o corpo começa a se desfazer dos estoques de gordura no tecido adiposo.                                          O indivíduo emagrece bastante e de forma rápida.

Causas do Hipertireoidismo:

- Doença de Graves: é um distúrbio autoimune (o próprio sistema de defesa ataca a tireoide).

- Falta de iodo na dieta.                                                                                   Obs.: O iodo, por ser obrigatório no sal de cozinha, reduziu o número de casos provocados por sua deficiência.

Bócio: é um inchaço na altura da garganta, é uma das evidências da falha da tireoide e pode propiciar o hipertireoidismo.                                                            O inchaço evidente na região do pescoço é resultado de uma massa que comprime a traqueia e dificulta a respiração.

O quadro, que também está relacionado à falta de iodo, pode ter origem em doenças autoimunes, tumores ou no uso de alguns medicamentos.

Sinais e sintomas:

- Emagrecimento rápido e aparentemente sem motivo.

Olhos saltados

- Taquicardia

- Perda de peso rápida

- Unhas frágeis e quebradiças

- Queda de cabelo

- Agitação

- Impaciência

- Depressão

Fatores de risco:

- Condição autoimune em mulheres acima dos 40 anos 

- Doença de Graves

- Nódulos na tireoide

- Uso irregular de medicamentos contra o hipotireoidismo

- Bócio

Prevenção:

O fator alimentar mais importante para a formação dos hormônios T3 e T4 é a ingestão adequada de iodo. Para resguardar a tireoide, são necessários 150 microgramas por dia.

O mineral aparece em boa quantidade no sal de cozinha, em frutos do mar e em peixes como a cavala, o salmão, a pescada e o bacalhau.

Diagnóstico:

 - exames de laboratório para avaliar: T3 e T4 na circulação. Neste caso, os 2 hormônios estarão elevados.

- TSH (hormônio produzido pela hipófise e que incentiva o trabalho da tireoide): estará abaixo do normal.

Tratamento:

- Remédios de uso oral que bloqueiam a liberação exagerada de hormônios pela tireoide. 

Dependendo do estágio do hipertireoidismo, é possível recorrer à cirurgia para retirar a tireoide ou realizar uma terapia com iodo radioativo, que destrói parte da glândula. 

Para controlar a exoftalmia, ou a projeção dos olhos: deve ser acompanhado também pelo oftalmologista. Poderá haver prescrição de medicações orais, colírios, pomadas e até cirurgia ocular, conforme o caso.



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HIPOTIREOIDISMO



 
Hipotireoidismo

é a diminuição da produção dos hormônios tireoidianos.

- doença com maior ocorrência em mulheres e pode atingir qualquer faixa etária.

- principal causa: 

=> doença de Hashimoto, onde o organismo produz auto anticorpos, que agridem e destroem a própria tireoide.

- outras causas:

=> exposição a irradiação,

=> cirurgias de retirada da tireoide (câncer, bócio),

=> evolução tardia do hipertireoidismo,

=> agenesia de tireoide (ausência de tireoide ao nascimento), 

=> uso de certos medicamentos, como amiodarona (antiarrítmico) e lítio (utilizado em transtornos do humor).

 

Sintomas:

- cansaço progressivo,

- sonolência excessiva,

- pele seca,

- intolerância a baixas temperaturas,

- diminuição da memória,

- reflexos lentos,

- intestino preso,

- acúmulo de líquido  

- ganho de peso


Diagnóstico:

- baixos níveis da fração livre do hormônio T4 no exame de sangue (T4 livre) e elevação compensatória do hormônio estimulador da tireoide (TSH), que é sintetizado pela hipófise, em resposta a esta deficiência.

- presença de auto anticorpos (Anti-TPO/Anti-Tireoglobulina):

=> indica a doença de Hashimoto na presença de baixos níveis hormonais (T4 e T4 livre)

=> com hormônios dentro dos limites da normalidade:  indicam uma maior propensão ao desenvolvimento de hipotireoidismo no futuro e não merecem tratamento.

 

Tratamento:

- requer a reposição por ingestão oral de hormônio levotiroxina sódica, que é sintético.



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TIREOIDE

 O que é a Tireoide?

tireoide é uma glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins. 

Ela produz os hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), garantindo o equilíbrio do organismo. 

Possui forma de borboleta (com dois lobos) e se localiza na parte anterior do pescoço, logo abaixo do Pomo de Adão.



Chegar a até 25 gramas em um adulto. 

Atua no:

- crescimento e desenvolvimento de crianças e de adolescentes, 

- regulação dos ciclos menstruais,

- fertilidade, 

- peso, 

- memória, 

- concentração, 

- humor, 

- controle emocional.

Quando não funciona corretamente, pode liberar hormônios em quantidade insuficiente (hipotireoidismo) ou em excesso (hipertireoidismo). 

Nos ambos os casos, o volume da glândula pode aumentar, o que é conhecido como bócio. 

Esses problemas podem ocorrer em qualquer etapa da vida.


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sábado, 25 de novembro de 2023

COLESTEROL ALTO

Colesterol:

- é essencial para o funcionamento do corpo humano e seus níveis devem estar sempre controlados.                                                         

- é um tipo de gordura que faz parte da estrutura das células do cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos e coração e é fundamental para o funcionamento destas células.

- faz parte da formação de hormônios como a vitamina D, hormônios sexuais e até de ácidos biliares (que ajudam na digestão das gorduras da alimentação).

seu excesso causa infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral).                    

- ele circula ligado a lipoproteínas chamadas de HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim).                                                         

- colesterol-LDL está associado às doenças cardíacas e deve ser tratado.

- seu excesso (LDL-colesterol) ocorre por fatores genéticos e alimentares.

-  70% do colesterol no sangue vem do fígado e 30% vêm da alimentação.

- depois de passar pela circulação sanguínea, o colesterol precisa ser removido novamente pelo fígado para formar bile.

- os níveis de colesterol no sangue dependem da capacidade do fígado em removê-lo e isso varia de pessoa para pessoa.

- o excesso de peso não significa ter colesterol alto.

- pessoas magras também têm colesterol alto porque os níveis de colesterol no sangue dependem da taxa de remoção do colesterol pelo fígado, que é genético. 

- se um paciente tem parente de primeiro grau (por exemplo: pai, mãe, irmãos) com colesterol alto, a chance dele ter colesterol alto é maior.

excesso de LDL (colesterol ruim) se deposita na parede interna das artérias e forma uma placa chamada ateroma.

 - as placas de ateroma obstruem gradualmente as artérias e podem provocar Infarto agudo do miocárdio e/ou AVC (acidente vascular cerebral), mais conhecido como derrame.

- essas placas de ateroma se desenvolvem ao longo de anos e podem provocar infarto ou AVC. Quanto mais avançada a idade, maior o risco para isso ocorrer.

- deve haver o controle da glicose, da pressão, parar de fumar e reduzir o peso.

- fazer atividade física regular, evitar gorduras saturadas e gorduras trans (presentes em alimentos industrializados).

alimentos que mais aumentam o colesterol: bacon, pele da carne das aves, manteiga, creme de leite, nata, frituras, salsichas, embutidos e carnes.

- adultos e crianças acima de 10 anos: devem dosar o colesterol e suas frações uma vez por ano. 

tratamento do colesterol deve ser preventivo e para a vida toda para reduzir o risco cardiovascular. 

 


- não adianta tratar por um período e depois abandonar o tratamento, pensando em cura.  

estatinas:  são as medicações mais importantes no controle do colesterol.

 o tratamento adequado reduz a mortalidade. 

-  quanto mais alto for o colesterol, mais importante é o tratamento. 


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domingo, 5 de novembro de 2023

MENOPAUSA

Menopausa

É um fenômeno comum que ocorre em todas as mulheres após os 40

anos de idade.

Acontece porque os ovários começam a produzir os hormônios femininos

em baixa quantidade e, por isso, os ciclos menstruais se tornam

irregulares até cessarem de vez.

Sinais e Sintomas:

- fogachos

- depressão

- irritabilidade

- mamas flácidas

- envelhecimento da pele

- alterações urogenitais (infecções urinárias de repetição, uretrites, dor

 na relação sexual)

- alterações ósseas (osteoporose, fraturas)

- doenças cardiovasculares e metabólicas (hipertensão arterial, diabetes,

 colesterol alto)

- obesidade

- stress.

É preciso  fazer exames de laboratório e de imagem para que seja

 indicada a reposição hormonal:

- USG pélvico

- Mamografia

- Papanicolau

- Pesquisa de HPV

- Densitometria óssea

- Colonoscopia

- Pesquisa de sangue oculto nas fezes

- Exames de: glicemia, colesterol, triglicérides, hormônios.

Contraindicações à terapia de reposição hormonal:

- sangramento vaginal não explicado

- doença grave do fígado

- antecedente de câncer de mama ou de endométrio

- risco alto de doença tromboembólica venosa

- risco de reativação de endometriose

- risco de reativação de enxaqueca.

Benefícios da Terapia de Reposição Hormonal:

- redução de fraturas osteoporóticas

- alívio de sintomas vasomotores (fogachos)

- melhora do humor e do sono

- melhora da função sexual

- melhora da qualidade de vida

- redução de risco de câncer colo retal.

A Terapia de Reposição Hormonal deve ser feita por via oral, vaginal, 

transdérmica.

Deve ser acompanhada por Ginecologista e/ou Endocrinologista


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sábado, 4 de novembro de 2023

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

Síndrome de Ovários Policísticos (SOP)

É frequente e afeta mulheres em idade reprodutiva.

Está ligada à fatore metabólicos: colesterol alto, diabetes, obesidade, hipertensão

 arterial.

Apresentam:

- hiperandrogenismo;

- anovulação crônica;

- ultrasson com micropolicistos nos ovários.

HIPERANDROGENISMO:

O hormônio luteinizante (LH), produzido pela hipófise (que fica no cérebro), está

 em níveis elevados e faz as células da superfície dos ovários (teca) produzirem

 hormônio masculino (testosterona) em grande quantidade.

Esta testosterona não se transforma em estradiol e, por isso, há o desequilíbrio

entre LH e FSH (hormônio fulículo estimulante).

A progesterona não é inibida no hipotálamo (que fica no cérebro) . 

Então, há aumento de secreção de GnRH (hormônio liberador de gonadotrofina) e

 LH.



O organismo trabalha em equilíbrio com vários hormônios e enzimas.

FOLICULOGÊNESE:

Na SOP há ativação intensa dos folículos, mas nos estágios iniciais não há término

do processo: são folículos imaturos. 

A produção reduzida de FSH não deixa esses folículos crescerem normalmente:

ficam no meio do caminho (são os ovários policísticos).


USG Ovários policísticos:

 


A insulina e outros hormônios produzidos pelo corpo: 

 1) aumentam a produção de androgênios (hormônios masculinos). A paciente

 fica com resistência insulínica sendo obesa ou não. 

2) agem nas células da teca (ovário), o que aumenta a produção de androgênios.

Consequências: aumento de pelos na face, tronco, braços, pernas; queda de

cabelos, acne e raramente menstrua.

Tendência à obesidade, o que aumenta a resistência insulínica, infertilidade,

 diabetes, colesterol alto.

Tratamento: emagrecer, exercícios físicos, anticocepcional para regularizar os

 ciclos menstruais e metformina para reduzir a resistência insulínica.


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Menopausa

  O que acontece quando se toma corticoides em doses altas? Corticosteroides são anti-inflamatórios potentes. Exemplos: dexametasona,  predn...